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Cinema da Fundação celebra o audiovisual nacional com mostra “A Cinemateca é Brasileira – Da Comédia ao Drama” aberta ao público


A mostra vai ocupar as salas Derby e Museu com 21 títulos de curta e longa-metragem de diretores de todo o país


O cinema brasileiro sempre foi berço de experimentação e ousadia. Como disse o baiano Glauber Rocha, um dos nomes mais importantes do Cinema Novo, tudo o que sempre precisamos foi de “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”. É por isso que o Cinema da Fundação promove, até o dia 22 de abril, a mostra “A Cinemateca é Brasileira – Da Comédia ao Drama”.


O Cinema da Fundação é um importante equipamento cultural vinculado à Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). A iniciativa de difusão e resgate da brasilidade artística, tem sessões gratuitas e abertas ao público.


A programação integra o projeto Viva Cinemateca, que reúne ações de preservação e recuperação do acervo audiovisual brasileiro. A ação traz ao Recife uma seleção de títulos do cinema nacional que transitam entre diferentes gêneros cinematográficos, englobando comédia, drama, suspense, ficção científica e demais formatos.


As exibições acontecem em duas salas do Cinema da Fundação. Até esta quarta-feira (15), a programação será realizada na Sala Derby, localizada na Rua Henrique Dias, nº 609, Centro do Recife. Já entre quinta-feira (16) e 22 de abril, as sessões seguem na Sala Museu, que fica dentro do Museu Homem do Nordeste, na Avenida Dezessete de Agosto, nº 2187, Zona Norte da cidade. 


A seleção inclui produções como A Hora e Vez de Augusto Matraga (1965), de Roberto Santos; Última Parada 174 (2008), de Bruno Barreto; O Menino e o Mundo (2014), de Alê Abreu; Saneamento Básico (2007), o Filme, de Jorge Furtado; Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert; Últimas Conversas (2015), de Eduardo Coutinho; Los Silencios (2018), de Beatriz Seigner; Branco Sai, Preto Fica (2014), de Adirley Queirós; Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968), de Roberto Farias; O Lobo Atrás da Porta (2013), de Fernando Coimbra; e O Duplo (2012), de Juliana Rojas, entre outros.


Cartaz de divulgação/Cinema da Fundação (Fundaj)
Cartaz de divulgação/Cinema da Fundação (Fundaj)

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA ABAIXO:


SALA DERBY | 9 A 15 DE ABRIL:


09 de abril (quinta-feira)


15h20 – Última Parada 174


17h30 – O Lobo Atrás da Porta


19h30 – Morto Não Fala


10 de abril (sexta-feira)


17h50 – Candinho + A Velha a Fiar


19h50 – Abrigo Nuclear


21h40 – O Estranho Mundo de Zé do Caixão + O Duplo


11 de abril (sábado)


15h25 – O Menino e o Mundo + Lé com Cré


17h15 – A Hora e Vez de Augusto Matraga


19h30 – Saneamento Básico, o Filme


21h40 – Roberto Carlos em Ritmo de Aventura


12 de abril (domingo)


14h30 – Roberto Carlos em Ritmo de Aventura


16h25 – São Bernardo


18h40 – O Homem do Pau-Brasil


14 de abril (terça-feira)


15h30 – Los Silencios


17h20 – Branco Sai, Preto Fica + O Pedestre


19h30 – Que Horas Ela Volta? + Escasso


15 de abril (quarta-feira)


15h25 – Amei um Bicheiro


17h15 – A Hora e Vez de Augusto Matraga


19h30 – Últimas Conversas + A Entrevista


SALA MUSEU | 16 A 22 DE ABRIL:


16 de abril (quinta-feira)


15h00 – Amei um Bicheiro


16h50 – O Estranho Mundo de Zé do Caixão + O Duplo


19h00 – O Lobo Atrás da Porta


17 de abril (sexta-feira)


15h30 – Morto Não Fala


17h40 – Candinho + A Velha a Fiar


19h40 – Saneamento Básico, o Filme


18 de abril (sábado)


14h30 – Roberto Carlos em Ritmo de Aventura


16h30 – Los Silencios


17h50 – Últimas Conversas + A Entrevista


19h50 – Branco Sai, Preto Fica + O Pedestre


19 de abril (domingo)


14h30 – O Menino e o Mundo + Lé com Cré


16h20 – Que Horas Ela Volta? + Escasso


18h50 – A Hora e Vez de Augusto Matraga


21 de abril (terça-feira)


14h40 – O Homem do Pau-Brasil


16h50 – São Bernardo


19h00 – Última Parada 174


22 de abril (quarta-feira)


15h15 – Roberto Carlos em Ritmo de Aventura


17h15 – Abrigo Nuclear


19h00 – Los Silencios.


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