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Da Várzea à Ilha de Deus: Barbarize apresenta “Manifexta” em shows gratuitos

Grupo leva música, dança, artes visuais e identidade periférica para apresentações na Várzea e na Ilha de Deus, com programação aberta ao público


O grupo Barbarize inicia, neste sábado (27), a circulação gratuita do espetáculo “Manifexta” no Recife. A primeira apresentação acontece na Rua Azeredo Coutinho, nº 11, na Várzea, Zona Oeste da cidade, às 19h. No dia 4 de julho, também às 19h, o projeto segue para a Ilha de Deus, na Rua São Geraldo, nº 96, na Imbiribeira, Zona Sul. As duas programações são gratuitas, têm classificação livre e contam com acessibilidade em Libras.


Barbarize liga a sua trilha autoral ao vivo com banda, música, dança, artes visuais e identidade periférica e afrofuturista para a estreia da circulação Manifexta no Recife. Imagem: Divulgação/ IGNUS
Barbarize liga a sua trilha autoral ao vivo com banda, música, dança, artes visuais e identidade periférica e afrofuturista para a estreia da circulação Manifexta no Recife. Imagem: Divulgação/ IGNUS

Com origem na comunidade do Bode, no bairro do Pina, o Barbarize leva ao palco uma experiência que mistura música autoral, performance, dança, artes visuais, percussão, guitarra e estética afrofuturista. Liderado por Bárbara Vitória e YuriLumin, o grupo apresenta ao público as faixas do álbum “Manifexta”, lançado em outubro de 2025, em uma montagem que valoriza corpo, figurino, coreografia e identidade periférica.


A circulação também fortalece a cena cultural dos territórios por onde passa. Na Várzea, a programação conta com DJ Futurista, Família Malanarquista e DJ Deliira, com apoio da República Independente da Várzea. Já na Ilha de Deus, o encontro terá apresentações do Grupo Percussivo Ilha de Deus, do Coco do Boi da Mata e da DJ Deliira, em articulação com o coletivo Caranguejo Uçá.


A ideia é movimentar a economia criativa local, estimular a ocupação cultural das ruas e valorizar artistas que já constroem suas trajetórias dentro desses espaços. A Várzea, conhecida pela força dos movimentos culturais, e a Ilha de Deus, marcada pela tradição pesqueira e pela resistência comunitária, recebem o espetáculo como parte de uma proposta de celebração, memória e pertencimento.


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