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Mago de Tarso, Faces do Subúrbio, Cosmus e outras atrações comandam o Polo Hip Hop nas prévias do Carnaval do Recife

Evento gratuito acontece nesta quinta (5), no Cais Alfândega, com música, arte urbana e homenagens ao Hip Hop pernambucano


Nesta quinta (5), o Cais Alfândega se transforma em palco da cultura urbana com mais uma edição do Polo Hip Hop, uma das prévias do Carnaval do Recife. O evento reúne os quatro elementos do movimento Hip Hop em diálogo com o frevo, com uma programação gratuita que inclui shows, grafite, batalha de MC’s, feira de artes visuais e homenagens a nomes marcantes da cena cultural pernambucana.


Da esquerda para direita: Mago de Tarso, Faces do Subúrbio e Cosmus. Imagens: Divulgação/Polo Hip Hop
Da esquerda para direita: Mago de Tarso, Faces do Subúrbio e Cosmus. Imagens: Divulgação/Polo Hip Hop

Realizado pela Associação Metropolitana do Hip Hop (AMH2PE), com patrocínio da Prefeitura do Recife e apoio da Fundarpe, o Polo Hip Hop se consolida como um dos espaços mais representativos da cultura urbana no Carnaval da cidade. A iniciativa promove o encontro entre artistas da nova geração e veteranos, fortalecendo a economia criativa e ampliando o acesso às expressões culturais produzidas nas periferias.


A programação musical destaca artistas que transitam por diferentes vertentes do rap e da música negra, como boom-bap, trap e drill. Entre as atrações estão Mago de Tarso, Cosmus, Faces do Subúrbio, KBS Marques e o projeto Tiger e a Patota, além da Jornada de MC’s, que ocupa o palco com o formato Batalha Show. O DJ Charles completa a noite com sets que atravessam a história do Hip Hop em Pernambuco, enquanto o grafiteiro Power 76 representa o elemento visual do movimento e a feira de artes amplia o espaço para artistas da cena urbana. 



Além da programação artística, o Polo Hip Hop 2026 presta homenagem ao rapper Samuel Negão, ao DJ Nuno e à produtora cultural Lia Menezes, reconhecendo suas contribuições para a cultura pernambucana. Ao ocupar o Cais Alfândega com a potência da arte urbana, o evento evidencia a pluralidade do Carnaval do Recife, onde tradição e contemporaneidade se encontram e a cultura das periferias assume protagonismo.


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